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quarta24 janeiro 2018

Grupo Cénico da Música Nova

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A Sociedade Musical União Pernense (Música Nova) foi criada, em 1928, pelo Maestro Sabino Flor, para estudo e divulgação musicais, através de uma Banda Filarmónica. Anos depois, consolidado o projeto musical, a Música Nova, herdeira da “Velha Guarda”, a catedral do Teatro em Pernes, criou o seu Grupo Cénico, já nos anos 30. Daí para a frente, o Grupo tem funcionado intermitentemente e por ciclos.

O 1º ciclo, nos anos 30 e 40, foi de grande entusiasmo e criação. Sucediam-se vários espetáculos anuais, entre dramas e comédias, que terminavam com os clássicos “atos de variedades”. Foram “os anos de ouro”, em que pontificaram, Júlio Poeta, Albino Esteves (grande profissional, ponto no Teatro Nacional D. Maria II, e depois no Teatro Maria Vitória), Tenório, Manuel da Silva Nobre, a que se seguiram, os jovens, José Leal, João Pintor, Joaquim Vidal, Bernardino Nobre, mais tarde, Manuel dos Santos Nobre, e muitas dezenas de jovens, raparigas e rapazes de várias gerações (foi a geração da Maria de Jesus Gonçalves Rosa, Félinha Leal, Maria Rosalina, Maria Guilhermina).

Nos anos 50, o 2º ciclo, o Grupo já funcionou com sérias dificuldades. No início, o jovem licenciado, Ramiro Augusto Santos Leal, que com o maestro José Santos Rosa compôs a Marcha de Pernes (criada por Maria de Lourdes Nobre Gomes), fez trabalho de dinamização e encenou a peça “As Duas Causas”, com Maria Manuela Flor, Maria da Visitação Coelho, Bininha Vidal, José Manuel Coelho, Valentim Alberto Martins Gonçalves, e Joaquim dos Santos Varanda. Em 1956, José Gonçalves Leal convidou Carlos Mendes, encenador de Santarém, para dirigir “Os Vizinhos do Rés-do-Chão”, uma tentativa de abanão no cinzentismo da situação. Seguiram-se os desfiles de rua, nos grandes Carnavais de 1957 (Marcha das Cestas e dos Paus) e 1958 (Carnaval dos Reis).

Nos anos 60, coube ao jovem estudante universitário, Vicente Batalha, a direção do Grupo Cénico, entrando-se assim no 3º ciclo. Em 1962, “Manuela”, em 1963, “Vendaval”, ambas de Virgínia Vitorino, em 1964,“Há Uma Luz que se Apaga” (todos os espetáculos foram apresentados no Teatro Taborda do Círculo Cultural Scalabitano, em Santarém). Ainda, em 1964, Rogério Paulo veio à Música Nova falar de Teatro, e teve na assistência Maria Barroso (Rogério Paulo assistiu em Santarém à representação de “Há Uma Luz Que Se Apaga”). Em 1968, “A Vizinha do Lado”, de André Brun, em parceria com o profissional Wladimir Franklin, ator e artista plástico, onde se confirmou o talento de Isabel Leiria. Na sequência, logo no início dos anos 70, esta dirige “É Urgente o Amor”, de Luís Francisco Rebelo. O Teatro só viria a surgir, depois do 25 de Abril, com “A Traição do Padre Martinho”, numa encenação coletiva, coordenada por Heitor Mendonça.

Depois de um interregno de mais de 25 anos, o Grupo Cénico da Música Nova, de novo sob a direção de Vicente Batalha, entra no seu 4º ciclo, a partir de 28 de Agosto de 2002. Em Janeiro, apresenta “Mar”, de Miguel Torga, no Teatrinho de Bolso rebatizado, onde a Câmara Municipal de Santarém trouxe o público das freguesias do concelho para ver o espetáculo. Em 2004, foi a vez de “Pernes, Meu Portugal”, em 2005, “Faz de conta que É Revista!”, em 2006, “Não Há Duas Sem Três, É Revista Outra Vez!”, todos os espetáculos com textos originais e coordenação de Vicente Batalha.

 

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